Marcelo dos Santos Costa Olaia

    Marcelo dos Santos Costa Olaia

    São Paulo (SP)
    1seguidor7seguindo
    Entrar em contato

    Sobre mim

    Consultor de Segurança

    Comentários

    (7)
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Comentário · mês passado
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Comentário · há 2 anos
    Bom dia...
    Para ser imparcial e que prevaleça a JUSTIÇA, seria bom que fosse comentado pelo autor deste texto brilhantemente produzido, mas com uma leve tendenciosidade política esquerdista, a atitude de outro parlamentar que vejo tendo seguido igual caminho do Dep. Fed. Jair Bolsonaro.
    Analisemos a frase do Dep. Fed. GLAUBER BRAGA - Psol do Rio de Janeiro
    "O que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre (frase dirigida a Eduardo Cunha).
    Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história, EU VOTO POR MARIGUELLA, por Plínio de Arruda Sampaio, por Luis Carlos Prestes, eu voto por Olga Benário, eu voto por Zumbi dos Palmares, eu voto não."
    Mariguella se não me engano viveu as margens da lei.
    Vejamos o que diz um defensor de Mariguella que publicou um texto sobre ele contando sua história.
    "Já no primeiro ano da ditadura, entrou em confronto direto com o regime ao trocar tiros com a polícia e bradar a favor do comunismo. Novamente encarcerado, aproveitou o tempo de reclusão para produzir “Por que resisti à prisão”, obra onde explicava a necessidade de se organizar um movimento armado em oposição aos sombrios tempos da repressão.

    No ano de 1967, mais uma vez liberto, resolveu romper com o marasmo dos comunistas para formar com outros companheiros dissidentes a Ação Libertadora Nacional. Essa organização clandestina teria como principal objetivo treinar grupos guerrilheiros com o objetivo de formar um expressivo movimento armado urbano. Após treinar os guerrilheiros na zona rural, o segundo objetivo era arrecadar meio milhão de dólares com a realização de uma série de assaltos a banco na cidade de São Paulo.

    Na primeira ação, conseguiu pilhar 10 mil dólares de uma instituição bancária da época. Contudo, a penosa missão de manter esse grupo sob a onipresente repressão militar foi se tornando cada vez mais difícil, principalmente, pela falta de preparo de seus comandados. No ano de 1968, um militante capturado por policias confirmou Carlos Marighella com um dos articuladores daquela onda de assaltos.

    Logo de imediato, os meios de comunicação subservientes aos interesses do regime militar distorceram toda a trajetória de lutas de Marighella, descrevendo-o como um “líder terrorista”. No final de 1968, o cerco em torno de Carlos piorou com a publicação do AI-
    5. No ano seguinte, o seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick reforçou a perseguição sobre todos aqueles que representassem uma ameaça à ordem imposta.

    No dia 4 de novembro de 1969, em uma ação planejada pela Delegacia de Ordem Política e Social, Carlos Marighella foi morto na cidade de São Paulo, aos 57 anos de idade. Sua morte representou um dos mais incisivos golpes contra os setores radicas da esquerda nacional e contribuiu para que a Ditadura Militar alcançasse sua própria estabilidade. Somente com a crise do regime, no final da década de 1970, a imagem desse ativista foi redimida como um dos símbolos contra a repressão política no Brasil."

    Por Rainer Sousa
    Graduado em História

    Sendo assim não sei se seria justo o mesmo proceder realizado com o Dep. Jair Bolsonaro, ser realizado ao Dep. Glauber Braga e a tantos outros que seguem por este caminho.
    Mas entre tantos problemas que nossa nação enfrenta, acredito termos problemas maiores do que tomarmos as dores de terroristas e torturadores.
    Essa é a humilde opinião de um cidadão brasileiro.
    Obrigado.
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Marcelo dos Santos Costa Olaia
    Comentário · há 4 anos
    Desculpe a sinceridade, mas sinto-me desrespeitado como cidadão por um decreto deste.
    Entendo que se eu desejar passar em um concurso, devo estudar muito e realizar as provas com igualdade. Pois minha capacidade intelectual não pode ser medida pela cor da minha pelé
    Uma vez que a cor da minha pelé é um aditivo para que eu alcance êxito, significa que minha capacidade intelectual e minha competência pouco importa.
    Entendo também que isso é um instrumento de favorecimento político e que mais uma vez o povo "negro", que tanto sofreu e foi usado no passado, estará sendo USADO NOVAMENTE.
    Tenho certeza que para muitos esses profissionais que estarão usando o "direito de cotas", ouvirá e muito a seguinte frase: "Está neste cargo porque é negro e tem privilégio de cotas".
    Isto será injusto? Talvez sim, talvez não.
    Será que essa ESPERTEZA, não trará um retrocesso a tudo o que já foi conquistado contra o racismo?
    Tenho muitos amigos negros e que não são de acordo com COTAS.
    Meu falecido avô era MULATO "PARDO" e sempre me ensinou que todos deveriam ser tratados com igualdade.
    A vida inteira as pessoas "negras" lutaram por igualdade. Onde está a igualdade nas cotas?
    Se for para termos COTAS, acho que o correto é termos COTAS para OBESOS, para LOIROS, para RUIVOS, para ORIENTAIS, para CATÓLICOS, para EVANGÉLICOS, para MUÇULMANOS e assim por diante.
    Agora DUAS perguntas aos senhores advogados, juristas, defensores públicos e todos que estudaram LEIS.
    ESSE DECRETO É INCONSTITUCIONAL? ONDE SE APLICA O ARTIGO 5º DA CONSTITUIÇÃO?
    Desculpem se falei algo errado, mas sou apenas um cidadão comum e não um notório especialista em leis.
    Obrigado e abraço a todos.

    Perfis que segue

    (7)
    Carregando

    Seguidores

    (1)
    Carregando

    Tópicos de interesse

    (9)
    Carregando
    Novo no Jusbrasil?
    Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

    ANÚNCIO PATROCINADO

    Outros perfis como Marcelo

    Carregando

    Marcelo dos Santos Costa Olaia

    Entrar em contato